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Novidades no álbum de inutilidades (Fotki)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tainted Love

Essa semana escutei o álbum Comeblack da banda Scorpions com várias covers e uma delas era a Tainted Love, um dos ícones musicais da década de 80.

Enquanto escutava a música, pensei comigo: "é incrível como algumas músicas são tão boas que ficam ótimas não importe quem cante".

Não que a versão do Scorpions seja ruim, muito pelo contrário, é boa pra caramba, mas lembrei de versões cantadas por outros e que não eram ruins também.

Em todas as versões que já escutei, dos mais diversos gêneros, ela sempre permaneceu empolgante. Então, resolvi falar um pouco dessa música de que tanto gosto.

Apesar de ser um dos grandes hinos da década de 80, ela foi composta em 1965 pelo compositor americano Edward Cobb, mas só viria a fazer sucesso mundial muito tempo depois disso (já vou falar sobre isso).

Sua letra fala de alguém que quer terminar um relacionamento onde só se machuca. Provavelmente é um relacionamento do tipo que passam mais tempo de ofendendo e brigando do que se beijando.

O tema da letra é bem batido, mas acho que o grande sucesso é a sua composição. É um ritmo em que as passadas são muito bem marcadas e o corpo entra em sintonia fácil. Não é muito difícil ver alguém escutando essa música e logo começar a bater o pé no ritmo.

Por isso, acredito que o sucesso das versões mais famosas é ter mantido o arranjo (seja lá qual for) dentro ou próximo da composição original.

Um bando de gente já regravou a música Tainted Love, mas separei as que mais gostei até hoje.

1964 - Gloria Jones

Essa é a versão original de 1965. Gloria Jones é uma cantora americana que gravou muita coisa no estilo Soul e Gospel.

A versão original tem uma pegada de Jazz com uma batida que quase chega no Funk (Funk de verdade, não aquela merda importada do Rio de Janeiro) e isso explica muito porque essa música tem uma melodia empolgante.

Um fato curioso: a Gloria Jones foi uma cantora muito talentosa, mas nunca fez muito sucesso. Porém, era mais conhecida como a namorada de Marc Bolan, líder da banda T. Rex, em que chegou a tocar teclados e fazer backing vocal. Alias, era ela quem estava dirigindo o carro no acidente que o matou em 1977.

1981 - Soft Cell

É a versão responsável pelo grande sucesso mundial e, provavelmente, a que você conhece.

Gravada pela dupla inglesa que fazia muito sucesso usando teclados e sintetizadores em suas composições. Como mistura muitos elementos de rock, eletrônico, pop, industrial, usando temáticas sexuais e sombrias, conseguiam agradar a vários públicos diferentes.

Na minha opinião, a principal contribuição deles é o tradicional "tum-tum" com o teclado, baixo e bateria (ora separados e ora ao mesmo tempo) marcando o ritmo na música, fazendo muita gente cerrar o punho e fingir bater junto com a marcação.

O sucesso dessa versão foi tanto que, graças a eles, essa música ficará eternamente relacionada a década de 80.

1985 - Coil

De longe, é a versão mais sinistra e sombria que já escutei até hoje, mais do que a versão do Marilyn Manson.

A Coil (sério, nunca vou me acostumar a tratar uma banda no feminino) é uma banda formada pela dupla inglesa que faz experimentações, apesar de ter uma pegada mais estilo rock industrial.

Sua versão de Tainted Love, além de ter uma melodia sinistra e deprimente, também tem um videoclipe muito bizarro. Veja e tire suas próprias conclusões.

2001 - Marilyn Manson

Já que falei nele, vamos a sua versão. Antes, é preciso esclarecer de que não é bizarra e sim mórbida. Não parece, mas tem uma diferença.

Ao contrário da versão da Coil, sua principal característica é ser mais pesada, as guitarras e bateria "correm soltas" e a mixagem, junto com o vocal, dá um aspecto mais metálico. Isso fica muito evidente na hora do "tum-tum", que vem como duas pauladas.

2008 - Biquini Cavadão

A banda Biquini Cavadão é uma das minhas preferidas e "vira-e-mexe" fazem uma cover da Tainted Love nos shows.

Gosto bastante dessa versão porque a forma como o Bruno Gouveia canta a deixou bem pesada.

2011 - Duffy

Separei essa versão porque gosto bastante da Duffy. Sua carinha bonitinha engana muito, pois ela faz um Jazz de altíssima qualidade, claro, com arranjos modernos.

Por causa de seu estilo, é a que chega mais próxima da versão original.

2011 - Scorpions

É a versão que me motivou a publicar essa postagem.

Bem, é a banda Scorpions e só isso basta para dizer o quanto a música é legal.

1993 - Cônicos e Cômicos

Claro que ia deixar a melhor versão de todas por última.

A música Tainted Love fez parte da trilha sonora do filme Cônicos e Cômicos (1993) e tem uma cena em que o Beldar (Dan Aykroyd) a canta para distrair todo mundo.

É muito bom de tão ruim que é!

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Scorpions – Comeblack

Já faz um bocado de tempo que não consigo publicar nada em meu blog. Mudei de emprego recentemente, agora tenho que trabalhar de verdade com acesso limitado a internet. Somado a isso, falta pouco para minha filha nascer, mudamos o plano de saúde, o dinheiro está mais curto... tudo para facilitar minha vida.

Como essa semana está mais tranquila, consegui um tempinho para publicar alguma coisa em meu blog abandonado. Na verdade, estou com 28 postagens no rascunho que não consigo tempo para publicar, então resolvi falar sobre algo mais prático e rápido.

Recentemente, consegui baixar o álbum Comeblack da banda Scorpion pelo fórum Argentina Warez.

Comeblack

Como a banda já divulgou que vai encerrar em 2013, queria escutar esse álbum para conhecer seus últimos trabalhos. O que não sabia é que esse álbum é só de covers.

O engraçado é que metade das músicas são covers deles mesmos. O que me deixa um pouco decepcionado, pois sinto que esse álbum só foi lançado pela Sony Music Entertainment para faturar um pouco mais antes do fim... também conhecido como caça-níquel.

Mais isso não quer dizer que ele é uma perda de tempo, muito pelo contrário, pois as músicas são muito boas.

As minhas preferidas são Children of the revolution (homenagem à banda T. Rex) e Tainted Love.

Para os fãs da banda, a Sony Music Entertainment também lançou um LP duplo de 12". O engraçado é que só encontrei na Amazon da Inglaterra e na Amazon do Canada.

Enfim, se você não é adepto do bolachão de vinil ou quer apenas conhecer as músicas, pode fazer download no fórum Argentina Warez.

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sexta-feira, 22 de março de 2013

Idiotices que fazíamos com brinquedos - 002

Logo quando comecei a participar da lista Planeta Cybertron e do Fórum ATB, contei um dos "causos" de quando detonava os meus robôs quando criança.

Só que um deles se destaca de todos.

O ano era 1989. Estava eu e uma pirralhada brincando em um terreno com nossos bons e velhos Comandos em Ação. Tínhamos o habito de montar bases, terrenos e armadilhas com os bonecos e veículos. Fazíamos diversos dioramas sem nem saber o que era isso.

Um conhecido apareceu, querendo brincar, trazendo uma base gringa da Força Naja.

Força Naja

Não, não estou falando do Quartel General da Força 2000, caso tenha pensado isso. Aquele tinha vindo para o Brasil.

Força 2000

Me refiro a uma base da Força Naja que a Estrela não vendeu aqui. Na época que havia postado no Fórum ATB, tinha até achado a imagem desse brinquedo, mas não existe mais o site que tinha.

Enfim, outro garoto, morrendo de inveja, disse que iria pegar a Toca dos Gatos, a base dos Thundercats.

Toca dos Gatos

Na hora eu e outras crianças achamos ruim, pois Thundercats tinha nada a ver com os Comandos, mas alegaram que o importante era ser uma base. Foi ai que resolvi pegar "a minha base".

Quando cheguei, todos ficaram de boca aberta e mudos, até alguém dizer: "Olha, é a Cidade Autobot !"

Grand Maximus

Naquela época, a Globo já havia passado o Movie de 86 na semana do Dia das Crianças e, como eu tinha gravado, vivíamos assistindo na casa de alguém.

Começamos a brincar. Uma certa hora, estávamos apanhando até umas horas, pois a equipe rival tinha uma pá de caça e a gente só uns tanquinhos e motos 1/2 boca. Eu disse para todos entrarem na base para se defender.

Super Canhão Laser Moto Metralha

Um molequinho, usando o caça F-14, disse que soltaria uma bomba nuclear na base para destrí-la (coisa de criança) e disse que não conseguiria pois fugiríamos dali.

Super Caça Bombardeiro

O molequinho achou aquilo um absurdo, pois ele já tinha assistido o Movie e sabia que a base não voava. Foi ai que disse que "aquilo" não era a Cidade Autobot, o transformando em uma nave.

Grand Maximus

Na verdade, eu estava com o Grand Maximus. Vocês não tem noção de como ficaram quando transformei ele em robô. Saiu até briga para ver quem brincava com ele.

Grand Maximus

A primeira vez que contei essa história na comunidade Transformers gerou muitos comentários, pois provavelmente eu tinha sido a primeira criança no Brasil a ter o Grand Maximus e achavam o cúmulo levá-lo na terra (barrão mesmo).

Quando era criança, nem esquentava muito a cabeça com essas coisas. Por isso mesmo é que não tenho mais esses brinquedos.

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The very best of Meat Loaf

Além da música Word Up! da banda Cameo, uma outra muito legal que também tinha no meio era a Tonight is What it Means to be Young do grupo Fire Inc. Não vou incorporar o videoclipe porque não vem ao caso, mas você pode clicar no nome da música que verá no Youtube.

É uma música muito legal, gosto dela. Tinha essa música regravada por outra cantora que não me recordo agora.

A questão é que ela me recordou de outra que havia escutado a muito tempo e não lembrava nem o nome e nem quem cantava.

Em uma madrugada qualquer no meio da década de 90, estava assistindo um programa na MTv sobre estilos de música. Sim, porquê quando a emissora nasceu, seus programas passavam videoclipes ou eram apresentados assuntos sobre as músicas, ao contrário do que fazem hoje.

Um dos estilos que foi apresentado era sobre ópera rock, encerrando o bloco com um videoclipe bem legal e cumprido.

Por algum motivo, isso me marcou, pois sempre lembro desse dia. Era um videoclipe que contava uma história, uma mistura de "Fantasma da Ópera" com "A Bela e a Fera". Na verdade, o figurino me lembrava muito o seriado da Bela e a Fera (1987). As vezes assisto na TV Paga.

Enfim, não sabia o nome da música e nem de quem cantava. Como a única referência que tinha era o estilo, digitei "opera rock" na busca de imagens do Google e fiquei olhando as figurinhas para ver se alguma coisa parecia.

Até o momento que vi essa foto:

Marvin Lee Aday

Ai tudo ficou mais fácil, pois era justamente o gordinho que estava no videoclipe.

Na verdade, a música que tanto queria me lembrar era a I'd Do Anything For Love (But I Won't Do That) do Meat Loaf.

Como já digitei, o Meat Loaf faz um estilo ópera rock, isso significa que a produção de suas músicas não são faixas isoladas como na maioria dos álbuns lançados. Toda produção é conceitual e as músicas são criadas como se fosse a trilha de um grande espetáculo que será encenado no teatro (por isso o termo ópera).

É um estilo bem interessante e diferente do que é praticado no mercado. Deve dar maior trabalhão.

Como não conheço bem a banda (ou o grupo, sei lá) dei uma pesquisada na web e encontrei o álbum The Very Best of Meat Loaf para baixa (CD1 e CD2).

The Very Best of Meat Loaf

Por algum motivo estranho, parece que as músicas do CD2 estão "riscadas". Isso não foi um problema, pois só queria a I'd Do Anything For Love (But I Won't Do That). Depois que escutei todas, guardei ela e deletei as outras.

Achei o material bem legal, mas as músicas são um bocado compridas.

Deve ser legal assistir um show deles com toda a produção.

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As Meninas Superpoderosas

Além dos episódios dublados de MAD, também estava tentando baixar os desenhos das Meninas Superpoderosas que encontrei no blog Universe Series.

The Powerpuff Girls

O desenho foi criado em 1998 pelo americano Craig McCracken para a Hanna-Barbera, que depois foi assumido pela Cartoon Network.

Gosto muito desse desenho e acho fodasticamente produzido, tanto pelo lado estratégico quanto visual. Ele possui uma estética diferenciada e o enredo atinge tanto crianças quanto adultos. É uma produção altamente transgressora para os padrões babacas dos americanos.

Na verdade, eu queria mesmo era o Jóia de Prateleira, que no EUA é o episódio 33. É que bem no começo, tem uma sátira de Beast Machines e queria postar no meu blog Porra, Hasbro!.

O problema é que no Brasil o desenho foi transmitido fora da ordem. Já baixei do 25 ao 50 e ainda não encontrei o raio do desenho.

Até consigo achar a versão original em inglês no Youtube, mas queri mesmo era a dublada.

De qualquer forma, fica o link para baixar, caso curta o desenho também.

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